A atriz Viviane Araújo, 51, abriu o jogo, na última quarta-feira (17), durante sua participação no programa Sem Censura, da TV Brasil, sobre como lida com o etarismo no Carnaval.
Rainha de bateria da escola de samba Acadêmicos do Salgueiro, no Rio de Janeiro, há 18 anos, a artista revelou que não costuma dar importância aos comentários negativos, uma vez que o seu amor por pisar no solo sagrado é maior do que qualquer coisa.
Recomendamos para você
“À beira do analfabetismo cinematográfico”, diz Guillermo del Toro sobre IA
Diretor vencedor do Oscar por "A Forma da Água" afirmou que o mundo atravessa um período decisivo...
Publicado em 2026-06-18 10:38:09
Sindav/AL alerta sobre as principais restrições do Calendário Eleitoral de 2026
Com a aproximação das eleições de 2026, que acontecem no dia 04 de outubro, o Sindicato ...
Publicado em 2026-06-18 10:24:06
Viagens, shows e imóvel: o que a PF investiga sobre Jaques Wagner
Líder do governo Lula no Senado foi um dos alvos da nova fase da Operação Compliance Zero, que ap...
Publicado em 2026-06-18 10:20:38“É chato, às vezes, é muito chato, machuca; Mas o que eu procuro fazer é falar assim: ‘espera aí, uma pessoa, duas, estão falando isso, e um milhão está me querendo aqui. Então não posso dar importância para isso. Primeira coisa, não dou importância. Porque se realmente a gente olhar, a gente acaba adoecendo”, afirmou.
Viviane também disse que seu amor pelo samba é muito grande. “A vontade que eu tenho ainda de estar ali é muito maior que qualquer coisa. Eu não sei, de fato, mensurar o que eu sinto quando piso na avenida”.
Ainda no papo, a rainha de bateria da vermelha e branca, reafirmou a importância do carinho que recebe do público. “O que eu sei é esse calor humano, porque as pessoas falam comigo depois. Do nada, às vezes, tem gente que sai lá de dentro do camarote, não está nem ligando para o desfile que está passando, o que está acontecendo, mas quando vem você, as pessoas querem sair correndo e ficar grudada ali”.
Sandra Annenberg, que também foi convidada do programa, aproveitou o momento para refletir sobre etarismo, ou seja, discriminação, preconceito ou a criação de estereótipos baseados na idade de uma pessoa.
“É a gente pensar que a gente tem que ser referência também. Não que a gente tenha que ser. Eu não quero nos impor isso, mas a gente tem esse papel. Quem aparece publicamente é uma referência. Então, se você se mantiver ativa, e está ativa, vida longa. Por favor, nos leve junto”.
Viviane, então, concordou: “É isso que você falou, é o nosso papel ali”.