Fica a pergunta: se somos tão criteriosos com conservantes, corantes e nomes complicados nos rótulos, por que não aplicamos o mesmo senso crítico ao que bebemos? Não escrevo como um puritano que nunca ergueu um copo. Também sou consumidor, também já brindei com amigos e já experimentei um bom licor depois do jantar. Quem nunca fez isso que atire a primeira pedra, ou a primeira rolha.
A questão não é demonizar a bebida, mas entender o que ela provoca em nosso organismo e assumir a responsabilidade pelos nossos atos. Informação não tira a graça do brinde; apenas nos ajuda a saber quando é hora de parar.
Marco Aurélio da Silva Carvalho Filho é doutor em Química, professor universitário e docente na Uninter.
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