Operação mira comércio ilegal de celulares em SP
Ação iniciou nesta quinta-feira (17) e resultou em 15 mandados de busca e apreensão cumpridos, duas prisões e 253 aparelhos apreendidos na capital e na Grande São Paulo
A Polícia Civil de São Paulo deflagrou, nesta quinta-feira (17), a segunda fase da operação que mira a receptação e a comercialização irregular de celulares no estado. A Operação Última Chamada deve seguir até esta sexta (18) e já cumpriu 15 mandados de busca e apreensão em 55 locais na capital e Grande São Paulo.
Até o momento, duas pessoas foram presas e 253 aparelhos eletrônicos foram apreendidos.
Segundo a SSP (Secretaria de Segurança Pública), o objetivo é analisar os celulares para identificar dispositivos de origem criminosa ou irregular e localizar suspeitos que façam parte do comércio ilegal de eletrônicos.
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Publicado em 2026-09-18 08:27:51Equipes do Deic (Departamento Estadual de Investigações Criminais), do Decap (Departamento de Polícia Judiciária da Capital), do Demacro (Departamento de Polícia Judiciária da Macro São Paulo), da Polícia Militar e do Procon atuam na ação.
A SSP foi procurada pela CNN Brasil em busca de atualizações, mas não respondeu até o momento. O espaço segue aberto.
Primeira fase
A ação é mobilizada nacionalmente pelo MJSP (Ministério da Justiça e Segurança Pública), por meio da Senasp (Secretaria Nacional de Segurança Pública), para interromper a cadeia de comércio ilegal de aparelhos.
A primeira fase da operação, ocorrida em agosto, recuperou 8 mil celulares em 23 estados.
Em São Paulo, por exemplo, dos 985 aparelhos localizados, 309 foram devolvidos às respectivas vítimas. Ao todo, 158 pessoas foram presas, sendo 146 em flagrante e 12 por cumprimento de mandado judicial. Três inquéritos policiais foram instaurados à época no estado.
*Sob supervisão de Carolina Figueiredo