Nova IA ajuda pesquisadores a revelar segredos da Grécia Antiga
Ferramenta Apollo reconstrói manuscritos danificados e promete reduzir anos de pesquisas acadêmicas
São mais de 1 milhão de papiros escritos em grego antigo, ainda não decifrados e espalhados pelo mundo, guardando relatos de civilizações que viveram há milhares de anos. Pesquisadores acreditam que a inteligência artificial pode ser a chave para decifrar parte desse passado.
A Academia de Ciências da Áustria, em parceria com a startup francesa Mistral, criou o Apollo, descrito como o “primeiro modelo de linguagem avançado para grego antigo”. A tecnologia ajuda pesquisadores a reconstruir textos danificados, por exemplo, com palavras faltando, e a acelerar descobertas que, antes, levavam anos de interpretação.
A IA funciona por meio de uma interface de chatbot e já está disponível para pesquisadores e acadêmicos.
Recomendamos para você
Seminário internacional traz pesquisadores, educadores e agentes de transformação social para Fortaleza
A programação completa está disponível no site oficial divulgação Fortaleza será sede...
Publicado em 2026-10-08 19:31:16
Siará Tech Summit 2026 começa em Fortaleza reunindo ecossistema de inovação, tecnologia e negócios
Abertura oficial Siará Tech Summit 2026 Sebrae/CE O Siará Tech Summit 2026 teve início ne...
Publicado em 2026-10-08 19:07:39
Criminoso foge por telhados durante operação e é preso com ajuda do Águia da PM no litoral de SP
Homem é preso por tráfico de drogas em Praia Grande. Polícia Militar e Prefeitura de Prai...
Publicado em 2026-10-08 18:53:11Primeira IA que lê grego antigo
A Academia de Ciências da Áustria revelou que o Apollo foi treinado com 600 milhões de palavras de textos históricos em grego, incluindo manuscritos, inscrições e papiros.
Na prática, quando um pesquisador submete um material danificado, com trechos faltando ou que não puderam ser decifrados pelo contexto, a IA traça conexões temáticas com a base utilizada no treinamento e usa estatística para estimar o que provavelmente poderia estar escrito.
A tecnologia fornece sugestões, e cabe ao acadêmico humano decidir o que faz mais sentido.
Segundo a instituição, a ideia é que a IA ajude a revelar detalhes escondidos ou que passaram despercebidos nos textos, e acelere descobertas científicas.
"O que antes exigia anos de trabalho meticuloso agora pode ser realizado em horas, permitindo que os estudiosos se concentrem na interpretação e na análise", escreveu a Academia de Ciências da Áustria.