O bom desempenho de Matheus Cunha na Seleção Brasileira acende o debate sobre o espaço de Endrick entre os titulares. Para a comentarista Nathalia Fiuza, o atacante não deveria começar jogando na partida contra a Escócia, levando em conta o equilíbrio coletivo que a equipe vem apresentando.
A discussão ganhou força após a convocação e a entrada de Neymar na disputa pelo setor ofensivo, tornando ainda mais complexa a definição do time ideal para o confronto.
Matheus Cunha como referência no ataque
Nathalia argumentou que seria incoerente defender a titularidade de Endrick diante do rendimento apresentado por Matheus Cunha. “O Matheus Cunha recompõe, corre muito, se doa muito pelo time e tem marcado os seus gols”, afirmou.
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Publicado em 2026-06-24 18:51:05Ela destacou ainda que o jogador é mais associativo e contribui para potencializar o futebol de Vini Jr., apontado como o principal craque da seleção em condições de atuar em todos os jogos.
Nathalia lembrou que, anteriormente, quando Igor Thiago estava no time e não ajudava na pressão nem cumpria o papel de marcar gols, a demanda por Endrick fazia mais sentido. “Agora ele colocou o Matheus Cunha no time, e estamos falando de um jogador que tem feito bem as duas funções”, avaliou.
Endrick como opção para o segundo tempo
Na avaliação de Nathalia, Endrick joga melhor de forma centralizada, o que dificultaria ainda mais sua entrada como titular em uma posição aberta. Ela sugeriu que tanto Endrick quanto Neymar podem ser alternativas para o segundo tempo. “A prioridade tem que ser um time forte coletivamente, não pensar num jogador só”, concluiu.
O comentarista Michel concordou plenamente com a análise. Ele reforçou que, diante de uma defesa mais retrancada, é preferível um jogador com mais movimentação, como Matheus Cunha, que também tem qualidade para participar da construção das jogadas.
“Prefiro um jogador que se movimente mais, que dê mais possibilidade e espaço tanto pro Vinícius Júnior”, disse. Michel também destacou que Matheus Cunha foi decisivo no último jogo, o que reforça a opção de mantê-lo no time.