O secretário-executivo do Ministério do Planejamento e Orçamento e presidente do conselho de administração da Petrobras, Guilherme Mello, avaliou que a taxa básica de juros no Brasil segue em um patamar elevado e restritivo para a atividade econômica.
Em entrevista ao CNN Money, o economista avaliou que os próximos movimentos da política monetária dependerão da evolução do cenário internacional.
“Com o crescimento econômico, o fim da guerra, a diminuição da inflação e uma possível diminuição dos juros, temos sim a expectativa de que a trajetória da dívida caia no futuro”, acrescentou.
Recomendamos para você
Mello: Teremos superávit a partir de 2027 e respeito às regras do arcabouço
Segundo secretário, melhora das contas públicas será favorecida pelo acionamento de mecanismos pr...
Publicado em 2026-06-03 19:00:03
Empréstimo para salvar BRB pode custar mais de R$ 1 bilhão ao ano só em juros, calcula oposição no DF
DF e União fecham acordo para viabilizar empréstimo de até R$ 6,5 bilhões para salvar BR...
Publicado em 2026-06-03 18:49:59
Juros altos no Brasil: queda é postergada, mas tese segue válida
...
Publicado em 2026-06-03 18:49:03Apesar do cenário de juros altos, o secretário-executivo demonstrou otimismo com o desempenho da economia brasileira.
Segundo Mello, o PIB (Produto Interno Bruto) deve voltar a surpreender positivamente ainda neste ano e pode registrar crescimento acima das expectativas do mercado.
O presidente do conselho da Petrobras também defendeu o arcabouço fiscal e afirmou que as regras permitiram reconstruir a trajetória dos resultados das contas públicas.
“O que fizemos com o arcabouço foi uma reconstrução de resultados primários, para que aí sim tenhamos, a partir de agora, superávits primários positivos”, explica Mello.
*Sob supervisão de João Nakamura