O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) tem cogitado criar o Ministério do Idoso para um quarto mandato, segundo fontes no Palácio do Planalto. A discussão junto a auxiliares ainda está em nível preliminar.
A informação foi publicada nesta quinta-feira (29) pelo g1 e confirmada pela CNN.
Aliados do presidente têm especulado os nomes do médico e ex-deputado federal Alexandre Cardoso, de 74 anos, e do senador Paulo Paim (PT-RS), de 76 anos, para comandar a pasta, caso de fato seja criada.
Recomendamos para você
É #FAKE que governo Lula 'bloqueou' Gás do Povo e Bolsa Família após eleições de 2026
É #FAKE que Bolsa Família e Vale Gás foram bloqueados Reprodução Circulam nas redes soc...
Publicado em 2026-10-29 15:52:54
Lula vira em 3 regiões metropolitanas e cresce mais de 30% em outras 6 do 1º para o 2º turno; Flávio perde votos em 7
Lula e Flávio Bolsonaro REUTERS/Adriano Machado Reeleito presidente no 2º turno das eleiç...
Publicado em 2026-10-29 15:36:31
Boulos: Quem defende que Lula faça ajuste fiscal não entendeu eleição
Em publicação feita nas redes sociais nesta quinta-feira (29), o ministro-chefe da Secretaria-Gera...
Publicado em 2026-10-29 15:27:28Paim não concorreu às eleições em 2026 e não terá mandato no próximo ano, após mais de 40 anos atuando como parlamentar.
:
Lula prometeu ao longo de toda a campanha eleitoral estabelecer uma política nacional para o idoso. O presidente defende espaços para a prática de atividades físicas e convívio social dos mais velhos, a fim de garantir um envelhecimento saudável.
A CNN procurou a Presidência sobre a possibilidade, mas não houve resposta até a publicação da reportagem.
Caso Lula leve a ideia à frente e considerando a eventual criação do Ministério da Segurança Pública, a Esplanada passaria a contar com 40 pastas.
Na campanha eleitoral, o voto de pessoas com mais de 70 anos foi uma das apostas da equipe de Lula. Esse grupo de pessoas representa cerca de 10% de todos os eleitores do país e não é obrigado a comparecer às urnas.
Neste ano, o registro do voto serviu como comprovação de prova de vida no INSS (Instituto Nacional do Seguro Social). A medida mirou diminuir a abstenção de idosos.