“Jamais substituiria o Pix”, diz Eduardo Bolsonaro
Ex-parlamentar usou as redes sociais para esclarecer trecho de entrevista dada a uma rádio, que, segundo ele, teria sido distorcido por outros veículos de comunicação
O ex-deputado Eduardo Bolsonaro, que atualmente mora nos Estados Unidos, usou as redes sociais, nesta quinta-feira (4), para dizer que “jamais substituiria o Pix”.
A publicação, segundo ele, foi uma forma encontrada para esclarecer trecho de uma entrevista que concedeu a uma rádio de São Paulo e que teria sido distorcido por alguns veículos de comunicação.
“O Pix foi criado pelo meu pai, sem taxas e assim deve permanecer”, escreveu.
Recomendamos para você
STF retoma ação penal contra Eduardo Cunha por corrupção
Processo retoma acusações da Lava Jato contra o ex-presidente da Câmara...
Publicado em 2026-06-04 19:39:21
Governistas pedem a deputados dos EUA apuração sobre clã Bolsonaro e Master
Documento enviado a parlamentares democratas cita suspeitas envolvendo Flávio e Eduardo Bolsonaro, ...
Publicado em 2026-06-04 18:14:16
Eduardo Bolsonaro nega ter sugerido troca do Pix pelo Zelle
Após repercussão, Eduardo Bolsonaro afirma que “jamais” defendeu a troca do Pix pelo Zelle e a...
Publicado em 2026-06-04 17:55:27Na quarta-feira (3), Eduardo citou que os Estados Unidos contam com um sistema semelhante ao PIX, chamado Zelle.
“Os Estados Unidos têm mecanismos muito semelhantes ao PIX, como por exemplo o Zelle, que é o Pix dos Estados Unidos, aqui é o Zelle. Então dá para você ir para uma mesa de negociação com os americanos com bons argumentos, dá para você sentar, dá para negociar”, disse.
Na mira dos Estados Unidos, o Pix é citado como um dos motivos para a recomendação de taxação de 25% sobre importações brasileiras, devido às investigações no âmbito da Seção 301 da Lei do Comércio de 1974 americana.
No relatório, o meio de pagamento é considerado "injusto e discriminatório" contra empresas americanas, por ser operado pela mesma organização que o regula, o BC, criando um conflito de interesses.
O órgão também acusa o Banco Central de privilegiar o Pix ao incentivar o seu uso em detrimento de outros serviços, ao exigir que as instituições participantes ofereçam o Pix gratuitamente para pessoas físicas e ao limitar a taxa cobrada por transações.