O Inter democratiza o crédito no Brasil combinando tecnologia, educação financeira e serviços exclusivos em uma estratégia que amplia os perfis financeiros com acesso a empréstimos e financiamentos no país.

Esta também é uma forma de inclusão financeira, iniciativa que inclui, além do crédito, poupança, pagamentos seguros, previdência e investimentos.

Quem usa crédito no Brasil?

De acordo com o Relatório de Cidadania Financeira 2025, publicado pelo Banco Central (BC) em abril deste ano, em 2024 o Brasil tinha 130 milhões de pessoas com acesso ao crédito. Em apenas quatro anos, de 2020 a 2024, houve aumento de 34%, representando 32 milhões de pessoas.

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Sobre as modalidades, o estudo destaca a expansão do crédito sem garantia: o número de brasileiros com este tipo de empréstimo triplicou desde 2020, atingindo 41,7 milhões de clientes.

O levantamento aponta que o crédito para o consumidor pode permitir antecipação do consumo de determinados bens, proteção contra choques financeiros e outros benefícios. Contudo, também pode estar associado a impactos negativos como o endividamento, principalmente quando há uma parcela significativa de renda mensal comprometida com dívidas.

Para pessoas jurídicas, a pesquisa aponta que menos da metade dos microempreendedores individuais (MEIs) mantêm contas, empréstimos, cartões de crédito ou investimentos ativos nas instituições financeiras registradas no país.

O motivo disso é que muitos MEIs usam suas contas de pessoa física para movimentar os recursos do negócio. A consequência disso, colocada pelo próprio relatório, é que a informalidade na gestão financeira compromete a visibilidade da atividade empreendedora. Ou seja, pode limitar seu potencial de negócio e de crescimento.

Por que a inclusão financeira é importante?

O estudo do Banco Central aponta que é essencial ter alternativas de pagamento para pessoas de todos os níveis de renda e de escolaridade, assim como comércios de micro ou pequeno porte e microempreendedores.

As contas digitais de fintechs, como é o caso do Inter, costumam se destacar neste cenário, já que transações e serviços financeiros costumam ser gratuitos para usar ou com custo reduzido. Além disso, oferecem plataformas intuitivas e que podem ser usadas pelo celular.

Outra questão das instituições financeiras digitais é que também há contas gratuitas para MEIsmicro e pequenas empresas, o que facilita a inclusão financeira para estes tipos de negócio.

Como o Inter atende clientes com diferentes perfis financeiros?

O Inter é uma instituição financeira digital, que oferece um ecossistema de produtos e serviços completo, com diferentes categorias de clientes, o que depende do nível de relacionamento com a instituição. Isso é baseado em aspectos como o volume de investimentos, renda e uso do cartão. Os segmentos incluem:

Abaixo, veja quais os diferenciais de democratização:

Personalização

O Inter tem estratégias de hiperpersonalização que vão desde as facilidades de usar sua plataforma até as diferenças em como oferece cada serviço financeiro.

Para cada tipo de conta, preços, condições e benefícios são diferenciados para facilitar a gestão financeira e o acesso a crédito, investimentos e outros produtos.

Inteligência Artificial

A instituição usa tecnologia para tornar a jornada do cliente, simulações e ferramentas mais eficientes.

Uma assistente de IA que vai além dos bots tradicionais e executa demandas dentro do aplicativo Super App é um exemplo.

“Meu Crédito”

Uma das novidades mais recentes é a integração da visualização sobre como está o seu histórico de crédito e sua pontuação na avaliação de crédito.

Assim, fica mais fácil montar estratégias a partir de educação financeira para melhorar o score de crédito e conseguir melhores condições para empréstimos e financiamentos.

Investimentos como Garantia

Há a possibilidade de usar o saldo de investimentos pelo CDB Mais Limite para ampliar o limite de crédito do cartão.

Variedade de opções de crédito

Tanto para pessoas físicas quanto jurídicas, o Inter tem opções de crédito que se encaixam em diferentes perfis de renda e objetivos.

Financiamento imobiliário, crédito consignado, capital de giro e home equity são alguns exemplos. 



Fonte: https://www.cnnbrasil.com.br/economia/negocios/inter-na-democratizacao-do-credito-como-incluir-novos-perfis-financeiros/