Ouça este conteúdo
O senador e pré-candidato a presidente Flávio Bolsonaro (PL-RJ) declarou nesta segunda-feira (8) que tem preferência por uma mulher para compor sua chapa. Ele destacou que o prazo para a definição do nome é agosto, portanto não teria “pressa” para esta definição.
“O que eu posso falar é que o perfil é de alguém que complemente a nossa chapa, uma pessoa preparada e, de preferência, mulher”, afirmou diante de um público majoritariamente feminino em São Paulo, no fórum “Ciclo Brasil de Ideias – Mulheres”, promovido pelo Grupo Voto.
Recomendamos para você
Nova lei regulamenta custódia de pets após separação com base no direito de propriedade
Nova lei estabelece critérios para custódia, divisão de despesas e perda de propriedade de animai...
Publicado em 2026-06-08 20:00:24
Motorista é preso ao transportar 100 kg de maconha do Ceará para o RN
Droga estava armazenada em caixas de papelão PRF-RN/Divulgação A Polícia Rodoviária Fed...
Publicado em 2026-06-08 19:44:03
homem atira para o alto após se envolver em briga durante gravação audiovisual e causa pânico no interior da Bahia
Gravação de DVD em Ipirá é marcada por tiros e confusão Uma confusão durante a gravaç...
Publicado em 2026-06-08 19:30:32Flávio declarou ainda ter alguns nomes para uma eventual futura equipe, mas evita divulgá-los para não gerar comprometimento ou eventuais desgastes de imagem. No evento, ele também defendeu privatizações e criticou a gestão das estatais.
Valdemar quer “puxadora de votos”
Um dos nomes já aventados para compor a chapa é o da senadora Tereza Cristina (PP-MS), de acordo com um “palpite” do presidente nacional do PL, Valdemar Costa Neto. Valdemar declarou em uma entrevista em março que o apoio a uma mulher se deve, em grande parte, ao esforço de conquistar o eleitorado feminino.
O dirigente partidário disse que insistiu com Bolsonaro, em 2022, para que o candidato a vice-presidente não fosse o general Braga Netto, mas sim uma mulher. "Apesar de ser um homem honesto, um homem decente, não deu um voto para ele. Todos os militares já votavam no Bolsonaro. Foi um erro total, ali foi um erro brutal. E não adiantava falar com ele", lembrou.