Um estudo recente do Ibope Repucom revelou que os fãs de futebol feminino têm uma propensão significativamente maior a escolher e comprar produtos de marcas que patrocinam a modalidade. Este engajamento reforça o momento de expansão do esporte, que culminará com o Brasil recebendo a Copa do Mundo em 2027.

A pesquisa, encomendada pela FSports – agência detentora dos direitos de comercialização do futebol da CBF até 2029 –, aponta que os torcedores de competições femininas (Brasileirão, Copa do Brasil e Copa do Mundo) são 23% mais propensos a optar por marcas parceiras do que a média dos consumidores.

Além disso, o levantamento indicou uma probabilidade 26% maior desses fãs comprarem, em até três meses, produtos de marcas patrocinadoras com o logotipo do seu time ou competição. Este comportamento de consumo destaca a forte conexão entre o esporte e a decisão de compra.

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Engajamento direto impulsiona decisão de compra

Mônica Esperidião, CSO da FSports, enfatiza que “a categoria tem consolidado sua independência comercial e demonstrado sua capacidade de criar uma conexão direta entre o esporte e a decisão de compra do consumidor”. Ela acrescenta que os contratos de longo prazo fortalecem essa percepção e o compromisso das marcas.

A executiva explica que a recorrência das ativações permite ao torcedor identificar a presença das empresas de forma consistente. Dessa forma, as marcas acompanham os jogos das principais competições nacionais femininas ao longo de vários anos.

Grandes marcas apostam no futebol feminino

Essa mudança estrutural abriu um espaço sem precedentes para as marcas construírem uma relação mais próxima e duradoura com os consumidores. Gigantes globais e nacionais já asseguraram cotas de patrocínio junto às propriedades da CBF.

Entre as empresas que investem na modalidade estão Uber, Amazon, Coca-Cola, Hyundai, Sicoob, Monange e Itambé. Juntas, essas parcerias abrangem um calendário de 240 jogos anuais, solidificando o apoio ao futebol feminino.

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Fonte: https://www.cnnbrasil.com.br/esportes/futebol/fas-de-futebol-feminino-tem-chances-maiores-de-escolher-patrocinador/