A segurança de uma conta empresarial do Inter envolve diferentes camadas de proteção, desde o controle de quem pode acessar informações até mecanismos de prevenção, monitoramento e resposta.
Essas diretrizes estão reunidas na Política de Segurança da Informação e Segurança Cibernética, que estabelece princípios, controles e responsabilidades aplicáveis aos ambientes computacionais da empresa.
Para a companhia, proteger o dinheiro, os dados e as informações das empresas é fundamental. A instituição financeira informa que trabalha continuamente com tecnologia e medidas de segurança para proteger seus clientes diante de diferentes formas de ataques e golpes virtuais.
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Publicado em 2026-09-24 10:08:26Entre as ameaças estão o phishing, sites e mensagens falsos que solicitam dados sigilosos, e malware, software malicioso utilizado para obter informações.
Como funciona a segurança do Inter para empresas?
Para clientes PJ, a estrutura institucional de segurança do Inter se complementa com recursos de controle, como usuários, permissões e aprovações.
A instituição também tem outras formas de gerenciar vulnerabilidades, como controle de privilégios administrativos, monitoramento e análise de logs, proteção de dados, resposta a incidentes, testes de penetração e gestão de continuidade de negócios.
Quais são os principais diferenciais de segurança do Inter para contas PJ?
A política do Inter estabelece quatro princípios para a segurança da informação e cibernética. Esses princípios orientam os controles utilizados para proteção de informações e ativos de tecnologia da informação:
- Confidencialidade: o acesso às informações deve ser restrito a usuários devidamente autorizados pelo Gestor da Informação, respeitando critérios de segregação de funções
- Integridade: informações não devem ser alteradas sem autorização do Gestor da Informação
- Disponibilidade: as informações devem estar disponíveis para o Usuário da Informação
- Autenticidade: busca garantir a identidade de quem envia uma informação e o não repúdio quanto à autoria da mensagem
Para uma empresa que utiliza uma conta PJ, estes princípios ajudam a contextualizar os recursos de controle de acesso disponíveis na operação, mas fazem parte de uma estrutura de segurança mais ampla.
Eles se complementam com ferramentas digitais importantes:
I-safe
O I-safe é um aplicativo de segurança que protege o acesso do cliente à conta PJ e faz a autenticação de operações. Ele gera um código temporário que garante que apenas pessoas autorizadas realizem transações.
Esta ferramenta está disponível no Super App Inter Empresas, tanto no fim da tela principal quanto no menu do aplicativo. Assim, com apenas dois cliques você tem acesso ao código para confirmar sua identidade e realizar as operações.
Segurança e privacidade dos dados
O Inter segue rigorosamente a Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPD), lei que regula as atividades de tratamento de dados pessoais.
A política de privacidade do Inter é completa, e trata com clareza das informações coletadas, sua duração na base de dados, cookies, os direitos dos clientes, e o compartilhamento desses dados.
Autorização de navegador
Outra ferramenta essencial para o ecossistema do Inter, permite acessar sua conta com mais segurança pelo navegador. De 15 em 15 dias, replica um padrão de itens disponibilizado dentro do I-Safe, após o cliente escanear um QR Code.
Push de autorização
É o envio de uma mensagem por push no Super App Inter Empresas, para a liberação das transações de Pix, TED ou pagamentos feitos no Internet Banking.
Com isso o Inter tem a confirmação de que o cliente realmente fez a solicitação da transação e pode finalizar o processo com toda a segurança que a conta PJ precisa.
Como os recursos da conta PJ se relacionam com a política institucional?
Usuários, permissões, aprovações, autenticação e mecanismos de autorização são exemplos visíveis ao cliente de controles relacionados ao acesso e às operações.
Eles fazem parte de uma camada que complementa a estrutura institucional de segurança. A política do Inter também prevê controles que não ficam visíveis na rotina do cliente.
Por isso, os recursos da conta PJ devem ser entendidos como exemplos complementares de segurança, e não como representação isolada de toda a estrutura institucional.
Alguns exemplos de controles de segurança previstos:
- inventário e controle de ativos de hardware e software
- proteção de e-mails e navegadores
- limitação e controle de portas de rede, protocolos e serviços
- configuração segura de dispositivos de rede, como firewalls, roteadores e switches
- acesso controlado pelo conceito de “need-to-know”
- monitoramento e controle de contas
- conscientização e treinamento em segurança
- gerenciamento e resposta a incidentes
- testes de penetração e exercícios do time de resposta a incidentes
- descarte de informações
- gestão de continuidade de negócios
Ainda, o Inter pauta suas ações em boas práticas do mercado nacional e internacional, como ISO 27002, ISO 27701 e CIS (Center for Internet Security).
Como se proteger de golpes ao usar uma conta PJ?
Mesmo com todas as camadas e medidas de segurança, é preciso tomar cuidados extras. Isto porque muitos golpes e perigos virtuais dependem do comportamento do usuário.
Veja algumas recomendações:
- entrar em contato pelos canais oficiais em caso de dúvida
- utilizar senhas fortes e mantê-las protegidas
- ativar a verificação em duas etapas em aplicativos importantes, como o WhatsApp
- desconfiar de ofertas excessivamente baratas ou vantajosas
- manter o antivírus atualizado
- fazer backup dos arquivos mais importantes
- verificar o domínio do remetente de e-mails
- entrar em contato com o banco em caso de perda do telefone
- não guardar senhas em notas ou locais de fácil acesso
- conferir o endereço do site utilizado para acessar o banco
É primordial que os clientes evitem o uso da conta em computadores públicos, o fornecimento de dados a terceiros, compras em sites duvidosos e o acesso à conta por links recebidos em e-mails ou domínios diferentes dos indicados pela instituição.
Também não é recomendado informar códigos recebidos por SMS a outras pessoas ou responder a mensagens de telefones não salvos na agenda, mesmo quando o contato afirma ser de um familiar.
Como identificar os canais oficiais do Inter Empresas?
A comunicação é outro ponto de atenção porque criminosos podem criar canais falsos que se parecem muito com os verdadeiros, para se passar por empresas e solicitar dados, informações sensíveis ou senhas.
Veja como diferenciar:
- nas redes sociais, as páginas do Inter possuem o ícone de conta verificada ao lado do nome do perfil
- para SMS, a instituição informa que utiliza os números 38383, 29544 e 28456 e que não solicita dados pessoais por esse canal
- os e-mails, segundo as informações fornecidas pelo Inter, são enviados por remetentes com final @bancointer.com.br
A orientação é verificar a origem das comunicações e não compartilhar dados sensíveis.
O que fazer diante de uma tentativa de golpe?
Caso o cliente identifique um contato que possa ser malicioso, o Inter orienta o encaminhamento do conteúdo para gestao.incidentes@bancointer.com.br.