Em 2025, o Brasil registrou mais de 5 milhões de novos negócios, com 42% liderados por mulheres. Apesar de desafios como falta de crédito e perdas pessoais, empreendedoras usam o Capital Incentivo, do Sicredi, para transformar histórias de sobrevivência em empresas de sucesso.
O que é o programa Capital Incentivo e qual o seu objetivo?
O Capital Incentivo é uma iniciativa da cooperativa de crédito Sicredi que, em 2025, selecionou 130 pequenos empreendedores brasileiros. O objetivo do programa é oferecer apoio financeiro e orientação técnica em gestão para negócios que nasceram por necessidade, ajudando-os a sobreviver em um mercado onde 60% das empresas fecham antes de completar cinco anos.
Como o crédito cooperativo ajudou Myria Tokmaji a preservar sua cultura?
Myria fugiu da guerra na Síria e recomeçou a vida em Curitiba vendendo artesanato. Com o apoio do crédito cooperativo, ela profissionalizou a Ebla Joias, marca que une design gráfico a elementos da cultura árabe, como inscrições em aramaico e marchetaria. O recurso permitiu ampliar a estrutura do negócio e fortalecer a identidade de sua marca no Brasil.
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Denize Rodrigues Magalhães criou o Acolher Cabeleireira Inclusiva após enfrentar dificuldades para cortar o cabelo do filho autista. Ela investiu em cursos e Libras para atender pessoas com deficiência e mobilidade reduzida. O apoio financeiro recebido ajudou a ampliar a estrutura física do projeto, atendendo a uma demanda frequentemente invisibilizada pela sociedade.
Qual a história de superação de Lúcia do Amaral no interior do Paraná?
Após trabalhar cinco anos em uma pedreira e atuar como borracheira, Lúcia transformou habilidades culinárias na panificadora Lanches LV, em Planalto (PR). Em um momento de crise financeira e doenças na família, o crédito cooperativo permitiu a compra de equipamentos industriais, garantindo a continuidade e o crescimento do sustento de suas filhas e marido.
Como Helena Lima Soares uniu luto e empreendedorismo para recomeçar?
Helena enfrentou um câncer de mama e a morte da irmã ao mesmo tempo em que assumiu a criação de três sobrinhos órfãos. Para confortar as crianças, começou a produzir laços artesanais. O projeto cooperativo foi essencial para transformar o gesto de carinho em uma empresa formal, fornecendo recursos para materiais e ensinando-a a administrar o negócio com estabilidade.
Conteúdo produzido a partir de informações apuradas pela equipe de repórteres da Gazeta do Povo. Para acessar a informação na íntegra e se aprofundar sobre o tema leia a reportagem abaixo.
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