China defende controles de exportação de minerais críticos
Declarações surgiram após um acordo firmado na quarta-feira (17) pelos líderes do G7 para intensificar a coordenação a fim de reduzir a dependência de seus países em relação à China
A China defendeu suas medidas de controle de exportação de suprimentos minerais críticos e instou as nações do G7 a respeitarem os princípios da economia de mercado e as regras do comércio internacional, em vez de favorecerem "pequenos grupos", disse seu Ministério das Relações Exteriores nesta quinta-feira (18).
As declarações surgiram após um acordo firmado na quarta-feira (17) pelos líderes do G7 para intensificar a coordenação a fim de reduzir a dependência de seus países em relação à China no fornecimento de minerais críticos, incluindo planos para alinhar o armazenamento e expandir o papel da Agência Internacional de Energia.
"Os esforços da China para padronizar e aprimorar seu sistema de controle de exportações estão em consonância com as práticas internacionais", afirmou o porta-voz do Ministério das Relações Exteriores, Lin Jian, em uma coletiva de imprensa regular.
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As potências ocidentais estão empenhadas em diversificar o fornecimento de metais vitais para a defesa, a tecnologia e as energias renováveis, e em reduzir a dependência da China, após as restrições às exportações de ímãs permanentes impostas por Pequim no ano passado terem afetado diversos setores e exposto a sua dependência de uma única fonte.
Sem mencionar a China, os líderes do G7 disseram que buscam reduzir a dependência de qualquer fornecedor externo ao grupo e aos países parceiros para terras raras e ímãs permanentes para menos de 60% até 2030, com o objetivo final de atingir 50% "o mais rápido possível".