Cedro Participações anuncia José Carlos Martins para presidir conselho
José Carlos Martins é conselheiro da companhia e será sucessor de Lucas Kallas, fundador da companhia
A holding de mineração Cedro Participações anunciou, nesta quinta-feira (16), José Carlos Martins como novo presidente do Conselho de Administração. A sucessão marca a saída de Lucas Kallas, fundador da empresa e atual presidente do conselho.
Martins é conselheiro da empresa desde a sua fundação, em 2018, mas também possui passagem por outras empresas do setor, como Vale e CSN.
“A experiência de Martins é um ativo importante para a Cedro e nos dá plena tranquilidade para avançar em nossos planos de expansão”, afirma Kallas sobre o seu sucessor.
Recomendamos para você
Terremotos de até 7,4 pontos abalam o México e a Guatemala e disparam alerta de tsunami
Terremotos de até 7,4 abalam o México e a Guatemala e causam alerta de tsunami. Prédios foram eva...
Publicado em 2026-07-17 15:09:30
Homem é preso por monitorar movimentação policial para o tráfico em Angra dos Reis
Homem é preso por monitorar movimentação policial para o tráfico em Angra dos Reis Um ho...
Publicado em 2026-07-17 15:01:27
Governo tenta ampliar isenções e destina R$ 130 milhões para exportações
Recursos serão aplicados para a abertura de novos mercados para compensar novo tarifaço de 25% dos...
Publicado em 2026-07-17 14:58:05A companhia adiciona ainda que incorporará mais dois conselheiros à nova composição do colegiado para "ampliar a diversidade de perspectivas e reforçar o alinhamento às melhores práticas de governança corporativa", diz a nota.
O novo presidente, por sua vez, diz que a empresa "tem muita ambição e vontade de crescer", e espera continuar contribuindo para o desenvolvimento da holding.
Concomitante à mudança no conselho, a empresa segmentada em mineração e infraestrutura logística tem como objetivo executar um plano de investimento de R$ 5 bilhões até 2030, para alcançar uma produção anual de 20 milhões de toneladas de minério de ferro, com foco em pellet feed.
A meta é quase três vezes a quantidade produzida atualmente nos complexos de Nova Lima e Mariana, em Minas Gerais, cuja produção anual é cerca de 7 milhões de toneladas, responsável por uma receita anual de R$ 2,5 bilhões.