O II Tribunal do Júri do Rio de Janeiro retomou, nesta quarta-feira (3), o julgamento da morte de Henry Borel.
O décimo dia da sessão marcou o início da fase de debates, momento em que o Ministério Público classificou o ex-vereador Jairinho como “psicopata” e a mãe da criança, Monique Medeiros, como “narcisista”.
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Publicado em 2026-06-03 14:07:11Psicopata
A promotoria afirmou que Jairinho é um “psicopata que bate em crianças”, citando que ele agredia Henry, dava “bandas” (rasteiras) no garoto e o xingava. A promotoria questionou as cinco ligações feitas por ele para Monique na madrugada do crime, embora ambos estivessem na mesma residência.
Durante o processo, foram apresentados depoimentos de ex-namoradas e de uma ex-enteada que relataram episódios semelhantes de violência.
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À esquerda Dr. Jairinho, à direita Monique Medeiros com o filho Henry Borel • Arte/CNN
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Monique Medeiros em audiência para ouvir testemunhas do processo sobre a morte do menino Henry Borel • Foto: MARCOS PORTO/AGÊNCIA O DIA/AGÊNCIA O DIA/ESTADÃO CONTEÚDO
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Monique Medeiros em audiência para ouvir testemunhas do processo sobre a morte do menino Henry Borel • Foto: MARCOS PORTO/AGÊNCIA O DIA/AGÊNCIA O DIA/ESTADÃO CONTEÚDO
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Monique Medeiros, mãe de Henry Borel e acusada de omissão na morte de seu filho, instalou tornozeleira eletrônica e seguiu para a prisão domiciliar, conforme estabelecido pela Justiça • CNN
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Monique Medeiros, mãe de Henry Borel e acusada de omissão na morte de seu filho, instalou tornozeleira eletrônica e seguiu para a prisão domiciliar, conforme estabelecido pela Justiça • CNN
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Monique Medeiros, mãe de Henry Borel e acusada de omissão na morte do filho, instalou tornozeleira eletrônica e seguiu para a prisão domiciliar, conforme estabelecido pela Justiça • CNN
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Prisão do ex-vereador Dr. Jairinho no Caso Henry Borel • ESTADÃO CONTEÚDO
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Ex-vereador Jairo Souza Santos Júnior, o Jairinho, em audiência no Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro, no centro do Rio de Janeiro • Foto: PAULO CARNEIRO/PHOTOPRESS/ESTADÃO CONTEÚDO
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Dr. Jairinho, namorado de Monique Medeiros da Costa e Silva, mãe do menino Henry Borel, após prestar depoimento sobre a morte do garoto de 4 anos • Tânia Rêgo/Agência Brasil
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Narcisista
Em relação à mãe, o promotor refutou a tese de “cegueira” motivada por relacionamento abusivo, citando a experiência profissional de Monique como diretora de escola para identificar sinais de violência.
Segundo a acusação, a ré ignorou os pedidos de socorro do filho para manter o convívio com o então parlamentar.
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Monique Medeiros chora ao receber liberdade provisória em julgamento da morte de filho • CNN Brasil
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Jairinho, padrasto de Henry Borel, em julgamento sobre morte de criança • CNN Brasil
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Monique Medeiros, mãe de Henry Borel, em julgamento da morte do próprio filho • CNN Brasil
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Jairinho, padrasto de Henry Borel, em julgamento sobre morte de criança • CNN Brasil
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Monique Medeiros, mãe de Henry Borel, em julgamento da morte do próprio filho • CNN Brasil
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Na chegada ao Tribunal do Júri, o pai de Henry Borel, Leniel Borel, expressou um misto de gratidão, ansiedade e um forte apelo por justiça. Ele destacou que o julgamento não se trata apenas do nome do seu filho, mas de "o quanto o Brasil está disposto a proteger suas crianças" • Camille Barbosa - CNN Brasil
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Juíza em julgamento de Monique Medeiros e Jairinho sobre morte de Henry Borel • CNN Brasil
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Conselho de Sentença foi definido no início do julgamento de Monique Medeiros e Dr. Jairinho no Rio de Janeiro • CNN
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Cristiano Medina, atua como advogado e assistente de acusação, representando os interesses de Leniel Borel (pai da vítima) • CNN Brasil
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A equipe jurídica busca a absolvição da ré, sustentando a tese de que Monique vivia um relacionamento abusivo com Jairinho e que ele tinha um perfil de vitimar pessoas como ela • CNN Brasil
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Os advogados do ex-vereador negam as agressões e defendem a tese de que a morte foi acidental • CNN Brasil
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Ex-vereador do Rio de Janeiro e ex-médico, Jairo Souza Santos Júnior, era o padrasto da criança e é apontado pelas investigações como o autor das agressões físicas que causaram a morte de Henry. • Reprodução
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Monique Medeiros, mãe de Henry Borel, esponde pelo crime baseada na omissão relevante, pois, segundo a acusação, tinha conhecimento das torturas sofridas pelo filho e consentiu com a situação. • Jaqueline Frizon/CNN
Recomendação
O promotor enfatizou que o Conselho de Sentença deve decidir com base exclusiva nas provas processuais, e não em informações externas.
A sessão prossegue no plenário da capital fluminense com os argumentos das defesas dos réus.