Amanda Seyfried revela ataques após comentários sobre Charlie Kirk
Ativista conservador foi assassinado em setembro do ano passado
A atriz Amanda Seyfried, 40, comentou sobre um período complicado que viveu após expressar suas opiniões sobre o ativista conservador Charlie Kirk, cofundador do movimento Turning Point USA. Ele foi assassinado ano passado durante um evento em uma universidade.
Em uma conversa com a GQ britânica, Amanda Seyfried contou que, após declarar sua opinião sobre ativista depois de sua morte, precisou andar com seguranças devido à indignação que gerou on-line. Na época, ela havia dito que o achava "odioso".
"A, eu tenho o direito de expressar meus sentimentos, e B, de fazer isso de uma forma que não seja necessariamente maldosa", avaliou a estrela de "Mamma Mia". Ela conta que sentiu na pele o "ódio e impulso desproporcionais de atacar e destruir" que as pessoas têm. "De repente, me vejo com um guarda-costas no aeroporto e penso: 'Isso é loucura'."
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Na época da morte de Kirk, Seyfried foi acusada por conservadores de dizer que a "morte foi justificada". “Estamos nos esquecendo das nuances da humanidade. Posso me indignar com a misoginia e a retórica racista, e ao mesmo tempo concordar plenamente que o assassinato de Charlie Kirk foi absolutamente perturbador e deplorável em todos os sentidos imagináveis. Ninguém deveria ter que passar por esse nível de violência", rebateu a atriz em uma publicação em seu Instagram.