A alimentação continua sendo a dor de cabeça principal para conter a inflação. O IPCA-15 (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15) , divulgado há pouco pelo IBGE, mostrou que o grupo teve alta de 1,38% no mês de maio, sendo que a alimentação no domicílio saiu de 1,77% em abril, para 1,73% em maio. O índice gera subiu 0,62% e ficou abaixo da taxa de abril de 0,89%
Contribuíram para esse resultado na alimentação domiciliar as quedas da maçã (-2,32%) e do café moído (-2,09%). Por outro lado, destacaram-se as altas da batata-inglesa (26,29%), do tomate (12,97%), do leite longa vida (6,07%) e das carnes (1,98%).
A alimentação fora do domicílio (0,51%) desacelerou em relação a abril (0,70%), em virtude das variações da refeição (0,57%) e do lanche (0,37%) que, em abril, haviam subido 0,65% e 0,87%, respectivamente.
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